quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

REFLEXÃO - SEXO

Homens e mulheres foram inibidos na sua capacidade para o prazer sexual.
As mulheres tiveram sua sexualidade reprimida e distorcida, a ponto de até hoje muitas serem incapazes de se expressar sexualmente, muito menos atingir o orgasmo.

Os homens, por sua vez, também tiveram a sexualidade bloqueado, com o único objetivo de ejacular. A mulher acaba se adaptando ao estilo imposto pelo homem, principalmente por temer desagradá-lo. Resultado? Nenhum dos dois usufrui do prazer que um bom sexo proporciona. 


O que é Demissesualidade e Alosexuais ?



DEMISSEXUALIDADE.


Começamos a série “Visibilizar” na coluna de Relacionamentos & Sexo, falando sobre bissexualidade e, nessa semana, vamos falar sobre demissexualidade. Pensei muito nos últimos dois meses sobre como escreveria esse texto, se faria de maneira mais geral, técnica e impessoal, ou se falaria de mim e da minha experiência com o tema. Depois de muitos rascunhos, optei por uma mistura das duas coisas, apresentando o tema de maneira geral, mas também falando da minha relação com ele, pois, participando de grupos online para outras pessoas que também se identificam como demissexuais, percebi que a minha experiência pessoal com essa categoria é muito parecida com a de todas as outras pessoas que se manifestaram. Por mais que a minha vivência seja só minha, foi muito importante para a construção desse aspecto da minha identidade ver que outras pessoas se sentem assim também.

Mas vamos para início: o que geleias é demissexualidade? Não, não são pessoas que só sentem atração sexual pela Demi Lovato (ouvi essa em 90% das vezes que tentei falar sobre o assunto). Demissexualidade, em poucas palavras, é só sentir atração sexual quando há uma conexão emocional e/ou intelectual e/ou psicológica com a outra pessoa.

A demissexualidade é uma das categorias presentes na chamada área cinza, isto é, o espaço (imagine uma escala) entre os assexuais (que merecem uma sessão de visibilidade à parte) e os alosexuais. São consideradas assexuais pessoas que não possuem interesse em sexo ou sentem repulsa por sexo, enquanto as alosexuais são aquelas passíveis de se sentirem atraídas sexualmente por qualquer pessoa (o considerado “normal”, dentro dos padrões). Não quer dizer que alosexuais vão sair por aí querendo transar com qualquer um e todo mundo; quer dizer apenas que são pessoas capazes de sentir atração física sexual independente de outros fatores, como é o emocional para demissexuais.

Daqui em diante, vou dividir esse texto em sessões dedicadas a rebater os comentários e explicar as dúvidas que nós demissexuais ouvimos com mais frequência.

“Ah, mas todo mundo é assim. Sexo com amor é muito melhor!”


Só que não é todo mundo assim. Normalmente, quando escuto essa, é que eu vejo mesmo que a pessoa não entendeu nada — e aí me questiono sobre se é mesmo possível ser compreendida quanto a isso por alguém que não se identifique dessa maneira também. O que precisa ser colocado aqui é que, para demissexuais, a atração sexual é POSTERIOR e DEPENDENTE de conexão emocional/intelectual/psicológica. Sabe quando você tá numa festa, aí você vê uma pessoa atraente, vai lá e fica com ela (e às vezes pega contato pra poder se ver de novo)? Então, eu não. Demissexuais podem até ver a pessoa na festa e achá-la fisicamente atraente, mas isso acaba se bastando como uma observação estética.

Para demissexuais chegarem a de fato ter vontade de algo físico, é preciso conhecer primeiro. O grau de conhecimento varia: algumas pessoas demi precisam de meses até conseguirem desenvolver uma conexão profunda ao ponto de conseguir lhes despertar vontade de contato físico; outras conseguem desenvolver isso mais rapidamente. Mas observe: o quanto você precisa conhecer uma pessoa para se sentir à vontade com ela vai de cada um — algumas pessoas são mais extrovertidas, outras são mais fechadas e por aí vai —; isso não tem a ver com a demissexualidade em si. O que tem a ver com a demissexualidade é que a relação física só vai ser desejada quando a pessoa demi já estiver sentindo a tal conexão, seja no tempo que for que isso levar pra se desenvolver.

Acontece que, como hoje em dia é muito comum ficar primeiro e conhecer depois, é muito comum também uma pessoa demissexual ficar um tempão sozinha. Também é muito comum acabar ficando com desconhecidos e desconhecidas em festas ou se envolver fisicamente sem ter uma conexão emocional/intelectual/psicológica numa tentativa de desenvolver isso ou de “ser normal” (aspas aqui, porque não tem nada de anormal em ser diferente do que é considerado normal, ou seja, aquilo que se encaixa nos padrões sociais). Pela minha própria experiência e pelos relatos que tenho lido, isso resulta em arrependimento, desconforto e até repulsa. Resumão: sem conexão, não tem tesão, ok?

“Masturbação não rola, então?

Para algumas pessoas demissexuais sim, para outras não. No caso do sim, é muito simples, precisamos apenas diferenciar duas coisas: desejo sexual e atração sexual. A pessoa demi que se masturba tem desejo sexual como qualquer alosexual, o que não tem é pessoa por quem ela sinta atração sexual para que chegue a ter vontade de se relacionar sexualmente. Igualmente, dentro de um relacionamento, a pessoa demissexual pode sentir vontade de transar o tempo todo, já que tem ali a conexão necessária para tal. O desejo não depende necessariamente dessa orientação.

“Mas então você não sente prazer físico nenhum ficando/transando com alguém sem envolvimento?”

É possível o corpo responder, então, é possível a experiência ser fisicamente prazerosa. A diferença é que a pessoa demissexual não vai ter vontade de chegar a isso ou pode desenvolver repulsa posteriormente. Também é muito comum simplesmente não sentir nada. Isso também acontece com assexuais.

“Então você é só careta e pudica.”

Não. Uma coisa é não se relacionar fisicamente com pessoas com quem não temos intimidade por causa de questões morais ou religiosas; outra é simplesmente não ter vontade de fazer isso. Reprimir a sexualidade dos outros, a frequência com que outras pessoas fazem sexo e a quantidade de pessoas com quem elas se relacionam também não tem nada a ver com demissexualidade.

“De que maneira isso é diferente do que sempre foi ensinado às mulheres e esperado do comportamento delas?”

É verdade que, em uma sociedade patriarcal, certos comportamentos são ensinados às mulheres e, no contexto de relacionamentos e sexualidade, espera-se que a mulher não tenha muitos parceiros (uso no masculino, porque a homossexualidade nem entra em pauta nesses estereótipos) e, no caso de chegar a fazer sexo, não pode ser com alguém que acabou de conhecer ou algo assim. Enquanto, tradicionalmente, para o homem, a sexualidade é encorajada, para a mulher, ela deve estar relacionada ao amor, e fica mal vista uma mulher que tenha o mesmo comportamento sexual que é ensinado aos homens. No entanto, volto à mesma questão do item anterior: ser demissexual e não sentir desejo sexual por pessoas que pouco conhecemos é diferente de reprimir um desejo sexual e escolher não se relacionar sexualmente nesses contextos.

“Como é que você sabe que isso não é só um bloqueio psicológico que você precisa superar?” / “Será que você não é só reprimida?”


Sendo bem sincera, não tem como ter certeza de nada. Pessoalmente, não me considero nem um pouco reprimida e, por isso, esse questionamento não faz sentido pra mim. No entanto, já conversei com outras pessoas que não sabem se são demissexuais, assexuais ou se só cresceram com muita repressão e aí não conseguem lidar muito bem com sexo. A questão aqui, a meu ver, é se você está bem com isso ou não. Se você não se comporta como o esperado dos padrões sociais e se sente mal por isso, talvez seja uma boa ideia procurar terapia e tentar se entender melhor. Se você está de boa, seja feliz. Ninguém tem nada a ver com a sua sexualidade, isso é você quem pode identificar.

“Você está sendo muito exigente. / Você precisa se abrir mais pro mundo. / Você precisa tentar ambientes diferentes. / Você precisa tentar com pessoas diferentes de você.”

Acho que toda pessoa demissexual já ouviu — e ouve — essas frases. Elas costumam ser ditas por família e gente que se importa, de maneira geral. O problema é que, por mais bem-intencionadas que essas frases sejam, elas partem de duas premissas implícitas: 1) sua vida afetiva-sexual é um fracasso e 2) esse fracasso é culpa sua. Em um mundo em que o padrão é a alosexualidade, se você se comporta de maneira um pouco diferente, as pessoas entendem que tem algo de errado com você e, sendo suas amigas, tentam te ajudar a superar isso. São frases bastante condescendentes e, muitas vezes, só pioram as coisas, porque aí, você vai lá e tenta ser menos exigente e começa a aceitar coisas que não fazem bem a ninguém. Você tenta ambientes diferentes e se sente mais estranha ainda. Você tenta ficar com “pessoas diferentes de você” e fica desesperada pra voltar pra casa e ver Netflix. Você tenta ficar com pessoas aleatórias e se arrepende. Até que você conclui que não tem nada de errado com você, você só não funciona dessa maneira padrão que as pessoas esperam, e tudo bem.

“Como uma pessoa descobre que é demissexual?”

Pela vivência, pela experiência em relacionamentos, interesses, paixonites, contextos de atração física e por tudo aquilo descrito no tópico acima. No meu caso pessoal, há uma série de coisas que sempre soube a meu respeito, como, por exemplo, a percepção de que só me sinto atraída fisicamente quando gosto da pessoa. Se tenho algum tipo de afinidade com a pessoa, isso pode se transformar em atração física, mas atração física por si só é algo que não existe pra mim. Mas eu nunca tinha ouvido falar de demissexualidade, então, achava só que eu era esquisita. Até que, um dia, uma capitolina veio comentar no nosso grupo de chat. Quando fui ler sobre o assunto, acabei me identificando com tudo. Normalmente, não curto muito categorias, mas foi a primeira vez que me senti abraçada — e não confinada — por uma.

“Demissexual é uma orientação? Dá pra ser demi e hétero? Demi e homo?”

Dá. Não existe muito um consenso sobre a demissexualidade ser uma orientação ou outra coisa. Algumas pessoas consideram como orientação, outras não. A demissexualidade — assim como a assexualidade e também a alossexualidade — diz respeito à “frequência” sexual, e não a com quem se faz sexo. Uma vez estabelecida a relação, a pessoa demissexual pode ser homo/ hétero/ bi/ panromântica… Por exemplo, eu poderia dizer que sou demissexual heterromântica (imagina o sucesso que essa definição não iria fazer nos apps de pegação). Significaria que eu me relaciono com homens e que isso se dá dentro daqueles limites já explicados da demissexualidade. Desse modo, também é possível ser demissexual e homo, ser demissexual e não fazer distinção de gênero, e por aí vai.

“A pessoa nasce e morre demissexual?”

SEI LÁ. Acredito que a sexualidade é fluida e resultante de um misto de biologia e construção social. Se ela é fluida, ela pode mudar em algum momento, o que não quer dizer que seja possível mudá-la voluntariamente. Já tive comportamento não condizente com a demissexualidade, mas não me vejo como outra coisa que não demissexual. Então, SEI LÁ. Adoraria saber das histórias de vocês, me mandem e-mails.

“Demissexualidade é mimimi de hétero querendo poder dizer que é oprimido.”

Claro, porque ser oprimido é um privilégio, né? Não, gente. Até porque o tipo de opressão que demissexuais sofrem é MUITO DIFERENTE do tipo de opressão que pessoas homo ou trans sofrem. Enquanto a homofobia e a transfobia, por exemplo, são muito marcadas na nossa sociedade e matam pessoas diariamente, demissexuais só são atingidos pelo apagamento, o que é outro tipo de dor. E nos leva ao próximo item.

“Isso não existe.”

Aí você, que passou a sua vida se achando esquisita, diferente, tendo um monte de dificuldades que nem você entendia, finalmente lê uns textos na internet e descobre que o que você sente tem nome: demissexualidade. Você se sente compreendida, acolhida, deixa de achar que é um ET. Feliz, você resolve compartilhar com os/as amiguinhos/as. Aí escuta uma dessas. Isso é, no mínimo, insensível. E acontece muito, não só com isso, mas com tudo na vida: a pessoa não entende porque não faz parte da realidade dela, logo, é inválido. Isso desanima demais e dá vontade de deixar pra lá, tipo, já me acham esquisita mesmo, que diferença faz eu ficar explicando? Mas isso perde o básico: empatia. As outras pessoas não precisam entender, elas só precisam respeitar. E isso inclui não silenciar e aceitar. É chato demais ficar se explicando sobre algo que, pra você, soa tão natural. Você, que começou essa historinha deixando de se sentir ET, volta a se sentir ET, só que mais do que se sentia antes.

Para finalizar, se você leu isso aqui tudo e se identificou como demissexual, saiba que não tem nada de errado com você e que faz muito bem ser honesta com você mesma! Quanto a lidar com a falta de compreensão das pessoas, lembre-se sempre de que a única pessoa que vai viver a sua vida e lidar com as consequências de quaisquer escolhas que você fizer é VOCÊ. Então, seja sempre respeitosa com você mesma. Nada de ficar tentando ser quem não é para tentar se encaixar em moldes que não te fazem bem nenhum.

- Laura Pires

(FONTE: http://www.revistacapitolina.com.br/visibilizar-demissexualidade/)



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Sexo pode ser o melhor Antidepressivo Natural

O sexo pode funcionar como um antidepressivo natural, pois as alterações químicas que acontecem no cérebro durante e após o contato íntimo podem ajudar a melhorar o humor, aumentar a líbido e a confiança, diminuindo os efeitos da depressão.
O contato íntimo produz alterações químicas cerebrais que melhoram o humor devido a liberação de testosterona, estrogênio, serotonina e prostaglandinas na corrente sanguínea, hormônios que regulam as funções do corpo e a capacidade de lidar com o estresse. Assim, uma vida sexualmente ativa pode ajudar a manter os níveis hormonais adequados, o que vai ajudar no tratamento da depressão.

Dicas para manter uma vida sexual ativa enquanto está com depressão

Manter uma vida sexual ativa enquanto está com depressão pode ser um desafio, pois esta doença acaba com a líbido e desejo sexual mas, isto com dedicação e acompanhamento médico pode conseguir manter uma vida sexual ativa que vai contribuir para as suas melhoras. Assim, existem algumas dicas que podem ajudar a manter uma vida sexual ativa enquanto luta contra esta doença, como:

1. Entender o que mais gosta no sexo e explorar outros horizontes

Conseguir entender o que mais o atrai no contato íntimo com o seu parceiro é uma boa forma de começar a contornar a falta de desejo sexual. Muitas vezes, apenas de ideia de manter um contato sexual pode parecer demasiado cansativa e custosa, sendo por isso importante focar o contato íntimo nos seus gostos e interesses. Além disso, experimentar outras formas de fazer sexo também pode ajudar, pois podem ser encontradas outras formas que aumentam o prazer e facilitam a chegada ao orgasmo.

2. Conversar com o seu parceiro

Conversar com o seu parceiro sobre como se sente e sobre a sua falta de desejo sexual pode ser de grande ajuda, pois desse modo ambos podem assim começar a combater esta falta de desejo de outras maneiras, reduzindo também a ansiedade e medo que pode existir em relação a este assunto.

3. Não esperar por apenas quando tem vontade

Sexo apenas é bom quando se tem vontade, porém, se está passando por uma depressão, essa vontade parece nunca surgir ou o momento parece nunca ser o ideal. Assim, é importante que não evite constantemente o seu parceiro ou parceira, fazendo de vez em quando um esforço para que o momento surja.

4. Focar no tratamento da doença

É importante focar no tratamento da doença e não no sexo e na falta de desejo sexual, pois esta falta de desejo pode causar insegurança, medo e ansiedade, prejudicando o seu relacionamento e podendo mesmo agravar a doença.
A relação que existe entre o sexo e a depressão pode ser complicada, pois enquanto que por um lado o contato íntimo estimula a produção de hormônios, melhorando o humor, autoestima e atenuando os restantes efeitos da depressão, por outro lado, a depressão é uma doença que acaba com a libido e o desejo sexual e que rouba a segurança e confiança. Assim, para que possa ultrapassar a sua depressão com maior facilidade, é importante que mantenha uma relação intima ativa e saudável com o seu parceiro e é importante não focar apenas na falta de desejo sexual mas também no tratamento da da doença, que deve ser indicado e acompanhado por um psiquiatra.
Além disso, para contribuir para um melhor controle das alterações hormonais, deve também buscar ter uma boa alimentação e horas de sono regulares e deve tentar praticar uma atividade física para combater o cansaço físico e mental associados a esta doença. Veja outras dicas que podem ajudar a a ultrapassar a depressão em Como sair da Depressão.
Veja como os alimentos afrodisíacos podem dar uma ajuda extra no vídeo a seguir:


https://www.tuasaude.com/sexo-pode-curar-a-depressao/


domingo, 4 de dezembro de 2016

FALSO ENCANTAMENTO = MENTE DE PRINCESINHA

Ao  invés de buscar relações, onde haja uma troca afetiva e sexual com o parceiro, muitas mulheres prefere encontrar um par em se tornar uma "bela adormecida" ao avesso. A moça ao ser beijada pelo "príncipe", ao contrário de ser despertada adormece profundamente. 
A partir daí, não sabe mais quem é, quem ele é, ignorando totalmente a realidade. E o pior de tudo...se esforça pra continuar adormecida. 




terça-feira, 15 de novembro de 2016

Você tem essas covinhas nas costas? Veja o que elas significam

As covinhas nas costas estão presentes em pessoas que costumam ter menos gordura no corpo. Saiba mais.

Esses furinhos são formados por tendões que crescem junto à pélvis Esses furinhos são formados por tendões que crescem junto à pélvis Você é uma pessoa que tem esses pequenos furinhos nas costas? Provavelmente você já deve ter se perguntado porque algumas pessoas os têm e outras não. Mas, você sabe o verdadeiro significado dessas covinhas? 

Esses pequenos furinhos fazem parte do corpo de algumas mulheres, e homens também, e costumam chamar a atenção por deixarem o corpo mais sexy. Nas mulheres, essas covinhas ganharam o nome de Vênus, a deusa do amor, pois na visão dos gregos ela era considerada muito sensual. E, é claro, as mulheres que possuem essas pequenas covinhas nas costas também são consideradas muito sensuais na visão dos homens. Já, nos homens, as covinhas são conhecidas como Apollo, nome dado em homenagem ao Deus grego da Luz e do Sol.

Certamente em algum momento você já deve ter se perguntado por que algumas pessoas possuem essas covinhas e outras não. É possível conquistar esses pequenos furinhos ao longo dos anos? 

A explicação é bem simples. Esses pequenos furinhos são formados por tendões que crescem junto à pélvis, e, é claro, eles são genéticos. Quem possui essas covinhas já nasceu com elas. Infelizmente não é possível conquistar esses furinhos ao longo da vida com nenhum tipo de exercício físico, nem mesmo dietas que possam fazer com que elas apareçam. 

Mas, se você tem essa covinha e acha que isso possa ser alguma anormalidade do seu corpo, você está muito enganado. 

Segundo alguns especialistas, as pessoas que possuem essas covinhas nas costas costumam ter menos gordura no corpo, são pessoas com um biotipo bem mais magro do que as demais. Elas ainda possuem uma boa genética, em que as chances de engordar são bem menores comparadas àquelas pessoas que não têm esses pequenos furinhos. 

Os furinhos podem indicar uma boa #Saúde na região da pélvis. Os especialistas ainda afirmam que as pessoas que possuem essas covinhas geralmente conseguem ter orgasmos com mais facilidade do que as pessoas que não as possuem. Curioso, não é mesmo? A maior parte das pessoas certamente não sabe dessa informação. 


http://br.blastingnews.com/ciencia-saude/2016/10/voce-tem-essas-covinhas-nas-costas-veja-o-que-elas-significam-001194755.html?sbdht=_pM1QUzk3wsfZbZXSN5FCYwcjLv5TF4VG4sQ7z3h1cJBSfE8UijwWrQ2_


Por que muitos homens ainda se recusam a perceber que a mulher tem os mesmos direitos?

A psicanalista Regina Navarro Lins debate a crise da masculinidade, o combate ao machismo e os ideais da cultura patriarcal.

Clique na foto abaixo para assistir o vídeo: